Sobre a vacinação em Araxá

O cronograma de vacinação na cidade de Araxá, segue o Plano de Imunização Nacional implantado pelo Governo Federal e da Secretaria de Estado de Saúde.

As doses são aplicadas na população de acordo com as remessas distribuídas pelo Governo de Estado de Minas Gerais aos municípios.

Cronograma de Vacinação

  • Cronograma

    Antecipação 2ª dose CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer: Agendamento entre 27 a 29 de setembro ou dose em atraso – SESC
    Dia e horário: 27 de setembro (segunda) - 8h às 16h.

    Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

    1ª dose Gestantes, Puérperas e Lactantes – UNISA
    Dia e horário: 27 de setembro (segunda) - 8h às 16h.

    - Puérperas (com até 45 dias) e Lactantes (até 6 meses)

    Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina (se tiver) e certidão de nascimento ou cartão do bebê.

    - Gestantes (com e sem comorbidades)

    Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina (se tiver) e cartão pré-natal.

    Campanha Vacinação Solidária

    A Prefeitura de Araxá é parceira da Campanha Vacinação Solidária, de iniciativa da Câmara Municipal, Ampara, SOS e Insanos Moto Clube, para arrecadação de óleo nos dias de vacinação contra a Covid-19 ou contra a gripe.

    A doação está sendo revertida em cestas básicas às famílias carentes de Araxá. "Ajudar ao próximo também é uma forma de salvar vidas. Receba vacina, doe amor".

Acompanhe a vacinação

Programa de imunização do município de Araxá. Doses aplicadas por grupo:

12 a 17 anos com comorbidades • 43 doses
12 a 17 anos com deficiência permanente • 13 doses
18 a 19 anos • 1.897 doses
20 a 24 anos • 5.303 doses

Vacinar é salvar vidas.

Lista de Comorbidades

Confira a lista das comorbidades que serão contempladas nesta etapa da campanha de vacinação contra a Covid-19.

  • Qualquer indivíduo com diabetes

  • Indivíduos com pneumopatias graves incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática); e outras doenças que causam comprometimento pulmonar crônico.

  • HAR= Quando a pressão arterial (PA) permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou PA controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos

  • PA sistólica ≥180mmHg e/ou diastólica ≥110mmHg independente da presença de lesão em órgão-alvo (LOA) ou comorbidade

  • PA sistólica entre 140 e 179mmHg e/ou diastólica entre 90 e 109mmHg na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade

  • - Insuficiência cardíaca (IC): IC com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar Cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária

    - Cardiopatia hipertensiva: Cardiopatia hipertensiva (hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo)

    - Síndromes coronarianas: Síndromes coronarianas crônicas (Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós Infarto Agudo do Miocárdio, outras)

    - Valvopatias: Lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricúspide, e outras)

    - Miocardiopatias e pericardiopatias: Miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática

    - Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas: Aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos

    - Arritmias cardíacas: Arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais; e outras)

    - Cardiopatias congênita no adulto: Cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas; insuficiência cardíaca; arritmias; comprometimento miocárdico

    - Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados: Portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; e dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardio desfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência).

  • Acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular

  • Doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e/ou síndrome nefrótica.

  • Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas; e outras doenças que causam imunossupressão (como síndrome de Cushing, lúpus eritematoso sistêmico, doença de Chron, imunodeficiência primária com predominância de defeitos de anticorpos).

  • Doença falciforme e talassemia maior; e outras doenças raras

  • Índice de massa corpórea (IMC) ≥ 40

  • Trissomia do cromossomo 21

  • Cirrose hepática Child-Pugh A, B ou C

  • Doenças raras que causam deficiências intelectuais e/ou motoras e cognitivas como a síndrome Cornélia de Lange, a doença de Huntington.

  • Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas.
    Individuos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo.
    Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com o uso de óculos. 
    Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como, trabalhar, ir à escola, brincar, etc.
    Pacientes colostomizado, pacientes com ausência de membros. 

Perguntas Frequentes

Confira perguntas e respostas sobre a vacinação contra a Covid-19.

  • Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas
    Pessoas com deficiência institucionalizadas
    Povos indígenas vivendo em terras indígenas
    Trabalhadores de saúde
    Pessoas de 90 anos ou mais
    Pessoas de 80 anos ou mais
    Pessoas de 75 a 79 anos
    Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas
    Povos e comunidades tradicionais quilombolas
    Pessoas de 70 a 74 anos
    Pessoas de 65 a 69 anos
    Pessoas de 60 a 64 anos
    Indivíduos com comorbidades (doenças que favorecem o agravamento da Covid-19)
    Pessoas com deficiência permanente grave
    Pessoas em situação de rua
    População privada de liberdade
    Funcionários do sistema de privação de liberdade
    Trabalhadores da educação do Ensino Básico
    Trabalhadores da educação do Ensino Superior
    Forças de segurança e salvamento
    Forças Armadas
    Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros
    Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário
    Trabalhadores de transporte aéreo
    Trabalhadores de transporte aquaviário
    Caminhoneiros
    Trabalhadores portuários
    Trabalhadores industriais

  • Sim. A vacinação é recomendada para toda a população apta a receber o imunizante, inclusive as que já tiveram COVID-19.

    Embora a maioria das pessoas que contraíram a doença tenham gerado resposta imune, nem sempre essa resposta é protetora e/ou duradoura. Portanto, as pessoas que tiveram COVID-19 deverão receber a vacina. 

  • CoronaVac - duas doses de 0,5ml, com intervalo entre duas e quatro semanas.

    AstraZeneca/Universidade de Oxford - duas doses de 0,5ml, com intervalo de 12 semanas entre uma dose e outra.

  • A CoronaVac tem eficácia de 50,4% enquanto que a vacina AstraZeneca/Oxford tem 70%. Ambos imunizantes apresentaram, em estudos clínicos, uma eficácia de 100% para evitar casos graves da Covid-19 e, consequentemente, os óbitos. Portanto, são seguras e eficazes para o principal objetivo de uma vacina, que é diminuir a circulação do patógeno e evitar óbitos causados por ele.

  • O Ministério da Saúde criou um Plano Nacional de Vacinação que estipula quais são os grupos que devem receber a vacinação. 
    Ao adquirir as vacinas, o Governo Federal distribui as vacinas entre os Estados, que destina aos munícipios com a orientação dos grupos a serem priorizados em cada etapa.  
    A população-alvo da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Covid-19, foi priorizada seguindo os critérios de exposição à infecção e de maiores riscos para agravamento e óbito pela doença. 
    O escalonamento desses grupos populacionais para vacinação ocorre conforme a disponibilidade das doses de vacina. Este plano está sendo seguido à risca pela Prefeitura Municipal de Araxá.
     

  • Até o momento, o Governo Federal foi o único responsável pela negociação das doses de vacinas junto às fabricantes. No entanto, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 23 de fevereiro autorizou as negociações feitas diretamente pelos municípios, caso o Ministério da Saúde falhe ou seja omisso com o Plano Nacional de Imunização (PNI), ou na hipótese em que a cobertura planejada pela pasta não seja suficiente contra a doença. O prefeito Robson Magela já está em articulação para a aquisição de doses da vacina junto às fabricantes.

  • Ao adquirir as vacinas, o Governo Federal distribui as vacinas entre os Estados que, por meio das Gerências Regionais de Saúde, enviam as doses ao município. O número de doses destinadas a cada município segue critérios pré-estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

  • O grupo prioritário estipulado pelo Ministério da Saúde compreende 77,2 milhões de brasileiros. Outras 86 milhões de pessoas estão no grupo não-prioritário, ou seja, são menores de 60, que não estão em condição de vulnerabilidade, não atuam em profissões essenciais e não têm comorbidades. Essas pessoas serão imunizadas depois que todos os 77,2 milhões de brasileiros classificados como prioritários forem vacinados. 

  • Sim. Cerca de 48 milhões de brasileiros que compreendem as gestantes e menores de 18 anos não irão receber a vacina. A decisão é baseada na falta de testes e estudos clínicos para este grupo.

  • Não. Todas as precauções são necessárias sempre, independentemente da imunização.
    Por isso, todas as pessoas, inclusive as vacinadas, devem continuar seguindo as medidas de prevenção individual e coletiva. Como: uso de máscara, higienização das mãos (com água e sabão ou álcool gel) e distanciamento social.

Transparência

Confira a Prestação de Contas de despesas dos valores orçamentários e da execução de despesas do Governo Municipal relacionadas ao enfrentamento da pandemia de coronavírus.